terça-feira, 7 de setembro de 2010
O futuro de uma semente
Um papel semente que, até agora, nada. Claro que no início duvidei. Como poderia ser? Veio em uma revista que não me lembro qual. Plantei e estou esperando há algumas semanas. Nenhum sinal de vida. Estaria desamparada? temerosa de nascer sem nenhuma perspectiva? será que a esperança não basta? Estava empolgado principalmente por eu ser uma vítima inocente, dentre muitas outras, das rajadas de desenvolvimento sustentável e meio ambiente que vem sendo disparadas por aí, principalmente desde o início desta década por atiradores despreparados. Uma guerra civil-socio-economico-antropo-ambiental-não-me-lembro que vem acontecendo. Não se engane, entretanto. É uma "boa" guerra sim porque ativa a esperança. Na verdade só vale mesmo a estratégia teórica dela. Mas na realidade não gosto. Só se escutam as rajadas, disparadas a esmo, sem um alvo específico. Vejo seres morrendo. Seres mesmo, de todas as esferas. Ou de repente seria de uma só esfera na qual, inclusive, habitamos chamada Terra? Dizem que a matéria orgânica serve de adubo para fortalecer a vida vegetal. Serviremos de adubo para futuras as gerações.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Diário de uma jornada - Inesperadamente
Não tenho diário. Nunca tive. Tenho anotações, várias e dos mais variados temas e interesses possíveis, evoluindo desde uma simples atração por árvores até uma grande paixão por viagens. Em sua maioria, são apenas observações. Revirando-as curiosamente encontrei três palavras que, ainda que somente em meu imaginário, interligavam-se. Ásia, clausura e resposta. Porque? Parecem palavras retiradas aleatoriamente de lugar algum. Entretanto, eu podia ver algo mentalmente e pressentia que havia uma relação eu diria simbiótica entre elas, porque era assim que eu queria ver. Elas juntas começavam a fazer sentido. Poderia ser um sinal. Finalmente consegui absorver o real significado daquilo. Era uma coisa que vinha de muito tempo atrás, porém eu não enxergava a possibilidade de admiti-la. A busca pelas respostas. Estava insatisfeito. Precisava delas. Preciso. Mas por onde começar? a quem procurar? Finalmente tive o insight. Pensei que nunca teria a chance de experimentá-lo. Foi em um sonho que me vi olhando as anotações. Porque não olhar de fato? Os sonhos, eventualmente, podem significar muito. Era a busca. Seria a busca, logo depois. O caminho seria longo, extremamente longo. Mas teria que ser percorrido por mim, sozinho com as batalhas ideológicas que digladiavam nas profundezas da minha mente. Era assim que eu, sozinho, aprendi e acreditava que deveria ser feito. O único capaz de encontrar o caminho correto neste caso era eu mesmo. Qualquer outra influência humana poderia ser um obstáculo, uma interferência para alcançar a verdade pura e sublime. Pessoas são influenciáveis, por mais que isto seja negado. Certa vez li sobre um sacerdote indiano que disse "o bem e o mal tem de estar sempre juntos para que o Homem possa escolher e a mente é o campo de batalha entre os dois". Poderia modificar a estrutura simbólica deste pensamento através da filosofia Yin-Yang, de energias opostas. No lugar de bem e mal, diria verdade e mentira. Este era o meu caso. Elas estavam juntas, batalhando incessantemente no meu Coliseu mental. Contudo, a escolha não era tão fácil. Como escolher, se os dois lados parecem verdade e mentira simultaneamente? Estava tudo pronto àquela altura. Sabia onde iria primeiro. Ou pelo menos achava. À quem contei, restou a perplexidade. À quem não contei, a dúvida de onde eu poderia estar. Surabaya, Indonésia seria meu destino naquele momento porque, algumas semanas antes, havia conhecido através da internet um jovem sujeito chamado Dob, extremamente simpático, amigável e hospitaleiro ainda que virtualmente. Deixou claro em nossas longas conversas que eu seria muito bem recebido em sua casa quando decidisse ir para aqueles lados. Sua família tinha conhecimento de minha ida e segundo o próprio Dob, estavam realmente empolgados em receber alguém do Ocidente em sua casa. Desejo salientar que, a busca que inicio não tem ligação alguma com o fato de "conhecê-lo". É apenas mera coincidência. Maravilhosa coincidência. A minha porta de entrada na Ásia seria sua hospitalidade. Havíamos combinado que ele me esperaria no aeroporto em sua cidade. Todos ficaram assaz perplexos que eu estivesse indo tão inesperadamente para um destino que apesar de existir fisicamente, era incerto. Parti, com um mapa impresso detalhado da Ásia no qual, futuramente faria diversas anotações, traçaria rotas e travessias. Estava dentro de uma grande mala que também dava abrigo às minhas roupas, incluindo poucos casacos porque, afinal, a Ásia guarda para os visitantes um clima bastante agradável. Roupas, livros, produtos pessoais...Acabava de ficar para trás um caminho repleto de dúvidas, desconfianças, preocupações e, porque não, despedidas. Ficaram todos para trás. Somente eu seguia em frente: eu estaria comigo mesmo. Nada me impediria. Cheguei em São Paulo para a conexão para Doha, vindo do Rio de Janeiro. Tinha quatro horas de espera pela frente até o embarque. Equanto estava na fila do check-in imaginava se outra pessoa dentro daquele aeroporto também poderia estar partindo em busca de respostas, assim como eu. Se alguma delas já as tivesse obtido. Ou se eventualmente alguém não precisasse delas, o que parece ser improvável. Todos precisam de uma resposta. Sentei-me em um banco ao lado de um senhor que dormia e roncava. Eu fitava aquele intenso movimento de pessoas, em passos apressados pelo saguão, executivos ao celular, famílias numerosas, e eu ali, solitário, naquele momento começando a me dar conta: onde eu pensava que estava indo? Não podia desistir. Faltava muito pouco. Ou simplesmente faltava muito. Eu poderia passar meses, anos sem a resposta, poderia estar adentrando uma jornada insignificante e precipitada. Isto não era, porque tinha a sensação que o momento era aquele. A busca por uma resposta nunca pode ser adiada, do contrário o ser se aprisiona em uma jaula de dúvidas que se acumulam até que se perca totalmente o controle sobre elas, criando uma barreira cada vez mais densa entre a verdade e a mentira. Mas como poderia pensar insignificante? Toda jornada vale a pena, não importa o destino. O que importa é a caminhada, a busca. Essa era a idéia. Não tinha muito dinheiro, apenas o suficiente de acordo com o que eu acreditava. Não iria desistir. O velho homem resmungava dormindo ao meu lado. Faltava pouco para as três da manhã em São Paulo e o vôo ja havia sido anunciado. Levantei-me e, agora a ansiedade me atingia assustadoramente. Seria um sinal de fraqueza? Uma previsão de covardia? Se fosse, era mais um motivo para seguir adiante com tudo aquilo. Estava indo para um destino onde não conhecia ninguém de fato, onde não havia estado antes, e sem nenhum guia...Deus era o guia. Aliás, Ele é o motivo de minha jornada.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Hot Temperatures!
Quem disse que verão nos Estados Unidos não é quente? Na verdade, a onda de calor que atinge os EUA neste verão é um dos assuntos mais falados na tv. A região mais afetada é a centro-sul e nordeste. Alguns dizem que a praia do novaiorquino por exemplo é o gramado do Central Park...mas eu diria que as fontes, como a do Washington Sq por exemplo são bem mais refrescantes. Pelo menos é onde muitas crianças e adultos vão nos dias mais quentes, como os 40°C de uma certa segunda-feira. Mas não há com que se preocupar, principalmente os turistas brasileiros, que já estão mais do que acostumados. O fato é quando chega a 30°C, já está quente para os americanos. Na Philadelphia em um certo fim de semana, aproximadamente à uma hora da tarde, experimentava-se 41°C, com sensação bem maior. Para amenizar as altas temperaturas alguns parques, clubes de golfe e praças disponibilizam enormes vaporizadores de ar frio para as pessoas se refrescarem. Mas o verão também traz tempestades. Muitas delas surgem semanalmente, alguns furacões se formam no Golfo do México e partem para o sul dos EUA, tornados varrem a região central do país desde Minnesota, Wisconsin e North Dakota até Mississippi, Texas; região conhecida como "corredor dos tornados". Os céus mostram suas potenciais nuvens negras, soprando suas ventanias dando a sensação de que vai desabar a qualquer momento. Realmente assustador, principalmente quando se está passeando de bicicleta pelas ruas da Philadelphia, faltando algumas milhas para se chegar em casa! ou quando se está passeando com o cão: pobres coitados, cão e dono. Ou quando sua avó te manda ao supermercado e você decide ir a pé porque o dia está ensolarado, faz as compras calmamente sem ver o que está se formando do lado de fora e quando sai, cheio de sacas nas mãos, não vê saída em meio as nebulosidades negras que se acumulam nos céus sobre sua cabeça, anunciando o dilúvio que está prestes a chegar: o metrô não chega até em casa, o ônibus não passa lá também, onde estão os taxis? estou a pé, nem de bicicleta! já imaginou? Pois é. E depois, em casa, você espera ansiosamente por uma previsão sem tempestades, no Today Show e...a "musa do tempo" fica presa no elevador à caminho do estúdio. Imprevistos acontecem até com aqueles que tentam ajudar para que você não seja surpreendido por um. Na verdade, tudo depende de estratégia. Até um passeio em um dia de verão.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Super Bowl XLIV

No dia 7 de fevereiro, ao término daquele que é o evento mais assistido da tv norte-americana, cujo palco este ano foi Miami, eu me beliscava para acreditar no que estava vendo. O New Orleans Saints se consagrava campeão do Super Bowl XLIV pela primeira vez na história da franquia. Mas é muito mais do que uma vitória no campo. É uma vitória da alma de uma cidade que em 2005 foi vítima de uma catástrofe chamada Katrina que devastou a cidade e seu povo. Depois de uma história rica em derrotas, muitas vezes denominado com um dos piores times da NFL, eles chegam à um topo onde jamais estiveram e que parecia inatingível. A esperança e a perseverança impulsionaram esta vitória histórica, digna de um filme. Seu estádio, o Louisiana Superdome é o registro da solidariedade, esperança e perseverança uma vez que foi a casa temporária daqueles que de uma hora para outra, após uma tragédia natural não tinham para onde ir; Nesse momento, o "status" do estádio é o mesmo, mas desta vez porque foi capaz de consagrar, depois de muita luta, um campeão que entra para a história do esporte mundial. Uma emoção, uma comoção, uma felicidade que atingiu não somente o povo do estado da Lousiana, não somente os EUA, mas todos os fãs deste esporte que puderam acompanhar ao vivo, em mais de 220 países a magnífica trajetória destes verdadeiros guerreiros. Sou torcedor dos Bears, mas depois de muito refletir, percebi que não havia melhor momento para os Saints vencerem e que nesta hora, eles merecem muito mais do que todos os outros.
Somente para constar: Os Saints ganharam do Indianapolis Colts por 31 a 17
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Rainha Elizabeth II - uma veterana esquecida
Não sei o que acontece. Talvez exista uma empolgação, uma vontade tão grandiosa de se mostrar simpáticos e dispostos à um comparecimento numa cerimônia oficial, que alguns líderes mundiais logo escolhem sua melhor roupa e pensam em seu melhor discurso. Mas esquecem de uma história. Uma história que jamais deveria ser esquecida.
Os líderes da França, Canadá, Estados Unidos, entre outros, desembarcaram na Normandia no dia 6 de junho de 2009 de uma maneira bem mais amistosa do que os 150.000 soldados o fizeram na mesma data, no ano de 1944. Foi a comemoração do 65° aniversário do dia D, quando as tropas aliadas invadiram uma Europa então dominada por Hitler. Cerca de 800 veteranos britânicos da Normandia juntaram-se aos dignitários e líderes, como os dos Estados Unidos e Canadá, além de uma multidão de jornalistas e repórteres e incontável número de turistas de várias partes do mundo. Você, meu leitor, pode imaginar que alguém reservou uma cadeira para a matriarca do Reino Unido da Grã-Bretanha de 85 anos de idade e um pouco mais: ela mesma uma veterana e sobrevivente da Segunda Guerra Mundial. Pois não reservaram. Ela não estava na lista oficial dos convidados para a comemoração. Alguns andam chamando isto de gafe, mas eu prefiro denominar como injustiça, vergonha e falta de respeito. Era para estar lá, frente a frente com outros veteranos, comemorando o sucesso de um trabalho de sacrifício entre amigos e famílias, mas teve que assitir Obama, Sarkozy, Gordon Brown - nenhum desses havia sido sequer concebido até o fim da guerra - pela televisão.
Uma menina na Guerra
Logo após o início da Segunda Guerra Mundial, em setembro de 1939, autoridades preocupadas sugeriram ao Rei George VI e sua esposa, que Elizabeth e Margareth, herdeiras do trono, se juntassem às crianças de várias ricas famílias da Grã-Bretanha e fossem exiladas nas calmas e pacíficas terras do Canadá. A Rainha Consorte da Côrte respondeu à esta recomendação com a seguinte frase, que é o patriotismo em sua forma mais pura: "As crianças não irão comigo porque eu não deixarei o Rei, e o Rei nunca esta terra abandonará". Elizabeth era adolescente quando a guerra estourou e juntamente com sua irmã mais nova, permaneceu a maior parte da guerra em reclusão no Castelo de Windsor e muitas vezes dormiam em calabouços, quando era considerado perigoso permanecer nos aposentos superiores. Ainda nos primeiros meses de guerra, o Rei George e sua esposa que também estavam no Castelo decidiram ir para Londres numa tentativa de servir de exemplo para os cidadãos britânicos a ter coragem por sua nação. Mais do que apenas Londres, resolveram ficar no Palácio de Buckingham, o centro do poder da Realeza Britânica e alvo da Luftwaffe de Hitler. O Palácio foi bombardeado nove vezes, sendo que em duas ocasiões as explosões ocorreram há menos de 70 metros de onde estavam o Rei e a Rainha. Com o passar da guerra, as filhas rapidamente aprenderam que, por causa de sua posição, elas também tinham que se sacrificar pelo país. Assim como Elizabeth foi amadurecendo durante aquele período, a situação exigiu que ela assumisse responsabilidades Reais na nação. Aos 18 anos, depois de alguns anos realizando funções Reais ajudando e inspirando a população, a princesa consegue convencer seus pais e liberarem-na para se alistar como voluntária no serviço militar. Em fevereiro de 1945, ela foi registrada sob o número 230873, Segunda Oficial Subordinada Elizabeth Alexandra Mary Windsor. Treinada pela Academia Militar de Aldershot, ela se tornou mecânica e motorista do Exército Britânico, crescendo logo depois ao posto de Comandante Subalterna. A Rainha Elizabeth II é a única Chefe de Estado viva que serviu oficialmente e uniformizada durante a Segunda Guerra Mundial. É uma tremenda estupidez que a Rainha não tenha sido convidada para a comemoração na Normandia. Apesar de Downing Street culpar a França pela "gafe" dizendo que o governo não enviou o convite ao Palácio de Buckingham, a maior parte da culpa é do Primeiro-Ministro Britânico Gordon Brown. A Grã-Bretanha foi convidada mas o Sr. Brown simplesmente não passou o convite à Rainha. Parece que os líderes britanicos estão perdendo a noção da magnífica história de sua Monarquia, nesse caso virando as costas para a Rainha Elizabeth II que acabou sendo uma veterana britânica esquecida.
Crédito das Informações: The Philadelphia Trumpet
Traduzido por Leonardo Almeida
To report corrections and clarifications, contact Editor Leo Almeida. For publication consideration in the blog, send comments to leohazig@aol.com. Include name, city and state for verification.
Os líderes da França, Canadá, Estados Unidos, entre outros, desembarcaram na Normandia no dia 6 de junho de 2009 de uma maneira bem mais amistosa do que os 150.000 soldados o fizeram na mesma data, no ano de 1944. Foi a comemoração do 65° aniversário do dia D, quando as tropas aliadas invadiram uma Europa então dominada por Hitler. Cerca de 800 veteranos britânicos da Normandia juntaram-se aos dignitários e líderes, como os dos Estados Unidos e Canadá, além de uma multidão de jornalistas e repórteres e incontável número de turistas de várias partes do mundo. Você, meu leitor, pode imaginar que alguém reservou uma cadeira para a matriarca do Reino Unido da Grã-Bretanha de 85 anos de idade e um pouco mais: ela mesma uma veterana e sobrevivente da Segunda Guerra Mundial. Pois não reservaram. Ela não estava na lista oficial dos convidados para a comemoração. Alguns andam chamando isto de gafe, mas eu prefiro denominar como injustiça, vergonha e falta de respeito. Era para estar lá, frente a frente com outros veteranos, comemorando o sucesso de um trabalho de sacrifício entre amigos e famílias, mas teve que assitir Obama, Sarkozy, Gordon Brown - nenhum desses havia sido sequer concebido até o fim da guerra - pela televisão.
Uma menina na Guerra
Logo após o início da Segunda Guerra Mundial, em setembro de 1939, autoridades preocupadas sugeriram ao Rei George VI e sua esposa, que Elizabeth e Margareth, herdeiras do trono, se juntassem às crianças de várias ricas famílias da Grã-Bretanha e fossem exiladas nas calmas e pacíficas terras do Canadá. A Rainha Consorte da Côrte respondeu à esta recomendação com a seguinte frase, que é o patriotismo em sua forma mais pura: "As crianças não irão comigo porque eu não deixarei o Rei, e o Rei nunca esta terra abandonará". Elizabeth era adolescente quando a guerra estourou e juntamente com sua irmã mais nova, permaneceu a maior parte da guerra em reclusão no Castelo de Windsor e muitas vezes dormiam em calabouços, quando era considerado perigoso permanecer nos aposentos superiores. Ainda nos primeiros meses de guerra, o Rei George e sua esposa que também estavam no Castelo decidiram ir para Londres numa tentativa de servir de exemplo para os cidadãos britânicos a ter coragem por sua nação. Mais do que apenas Londres, resolveram ficar no Palácio de Buckingham, o centro do poder da Realeza Britânica e alvo da Luftwaffe de Hitler. O Palácio foi bombardeado nove vezes, sendo que em duas ocasiões as explosões ocorreram há menos de 70 metros de onde estavam o Rei e a Rainha. Com o passar da guerra, as filhas rapidamente aprenderam que, por causa de sua posição, elas também tinham que se sacrificar pelo país. Assim como Elizabeth foi amadurecendo durante aquele período, a situação exigiu que ela assumisse responsabilidades Reais na nação. Aos 18 anos, depois de alguns anos realizando funções Reais ajudando e inspirando a população, a princesa consegue convencer seus pais e liberarem-na para se alistar como voluntária no serviço militar. Em fevereiro de 1945, ela foi registrada sob o número 230873, Segunda Oficial Subordinada Elizabeth Alexandra Mary Windsor. Treinada pela Academia Militar de Aldershot, ela se tornou mecânica e motorista do Exército Britânico, crescendo logo depois ao posto de Comandante Subalterna. A Rainha Elizabeth II é a única Chefe de Estado viva que serviu oficialmente e uniformizada durante a Segunda Guerra Mundial. É uma tremenda estupidez que a Rainha não tenha sido convidada para a comemoração na Normandia. Apesar de Downing Street culpar a França pela "gafe" dizendo que o governo não enviou o convite ao Palácio de Buckingham, a maior parte da culpa é do Primeiro-Ministro Britânico Gordon Brown. A Grã-Bretanha foi convidada mas o Sr. Brown simplesmente não passou o convite à Rainha. Parece que os líderes britanicos estão perdendo a noção da magnífica história de sua Monarquia, nesse caso virando as costas para a Rainha Elizabeth II que acabou sendo uma veterana britânica esquecida.
Crédito das Informações: The Philadelphia Trumpet
Traduzido por Leonardo Almeida
To report corrections and clarifications, contact Editor Leo Almeida. For publication consideration in the blog, send comments to leohazig@aol.com. Include name, city and state for verification.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Indenização - saiba como negociar
O Bank of America, maior banco dos Estados Unidos vai à justiça pela côrte de Nova York por conta de uma ação movida por um americano que diz ter sido mal atendido em uma das agências. É um pedido de indenização ao banco. Valor? ah sim: mais de 1 septilhão de dólares. Veja bem, eu não estou bêbado. Concordo que já passa das duas da manhã, mas isso não é problema para mim; já estou acostumado. O valor é exatamente este: passa de 1 septilhão de dólares. Eu não consigo, sinceramente, ter idéia do quanto pode ser isto. Eu nem ao menos tenho vontade de contar os zeros. Quantos PIB's seriam necessários, durante quantos anos para se arrecadar este dinheiro? Quantas Terras, com suas economias seriam necessárias? Porém, convenhamos que o cidadão soube pedir bem. Mas eu, no lugar dele, depois de fazer minha proposta, arranjaria uma poltrona astronomicamente confortável para esperar. Ou dormiria para sempre.
domingo, 18 de outubro de 2009
A saga do balão
Estou aqui lendo no USA Today: O xerife do condado de Larimer, nos EUA confirmou que o caso do menino no balão foi um "golpe publicitário". O "suposto" drama dos pais de Falcon Heene desencadeou uma comoção mundial. Os EUA parou diante da tv naquele dia. O menino estava escondido dentro de casa e depois que foi encontrado, durante uma entrevista ao programa Larry King Live na CNN, disse que ouviu seus pais chamando por ele, mas que ficou quieto porque "eles disseram que fizemos isso para um programa". As imagens do balão de hélio, dentro do qual se acreditava que o menino estaria, percorreram os noticiários do mundo todo. O balão voou à deriva por duas horas e mobilizou uma grande operação de resgate no estado do Colorado. O episódio também causou transtornos ao tráfego aéreo do Colorado. A Agência Federal de Aviação cancelou por 15 minutos todas as decolagens do aeroporto de Denver. Os controladores aéreos tiveram de desviar os voos na rota do balão. Até que se prove qualquer coisa, é melhor não dizer nada. Mas receio que, se a intenção dos pais de Falcon era aparecer, mal ou bem conseguiram.
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