
No dia 7 de fevereiro, ao término daquele que é o evento mais assistido da tv norte-americana, cujo palco este ano foi Miami, eu me beliscava para acreditar no que estava vendo. O New Orleans Saints se consagrava campeão do Super Bowl XLIV pela primeira vez na história da franquia. Mas é muito mais do que uma vitória no campo. É uma vitória da alma de uma cidade que em 2005 foi vítima de uma catástrofe chamada Katrina que devastou a cidade e seu povo. Depois de uma história rica em derrotas, muitas vezes denominado com um dos piores times da NFL, eles chegam à um topo onde jamais estiveram e que parecia inatingível. A esperança e a perseverança impulsionaram esta vitória histórica, digna de um filme. Seu estádio, o Louisiana Superdome é o registro da solidariedade, esperança e perseverança uma vez que foi a casa temporária daqueles que de uma hora para outra, após uma tragédia natural não tinham para onde ir; Nesse momento, o "status" do estádio é o mesmo, mas desta vez porque foi capaz de consagrar, depois de muita luta, um campeão que entra para a história do esporte mundial. Uma emoção, uma comoção, uma felicidade que atingiu não somente o povo do estado da Lousiana, não somente os EUA, mas todos os fãs deste esporte que puderam acompanhar ao vivo, em mais de 220 países a magnífica trajetória destes verdadeiros guerreiros. Sou torcedor dos Bears, mas depois de muito refletir, percebi que não havia melhor momento para os Saints vencerem e que nesta hora, eles merecem muito mais do que todos os outros.
Somente para constar: Os Saints ganharam do Indianapolis Colts por 31 a 17
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